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Barack, Não vá! John McCain quer que Barack Obama junte-se a ele para visita em Bagdá.

June 14, 2008

Em 1978, com o aliado americano Shad do Iran sob cerco, o Presidente Jimmy Carter pediu a um diplomata chamado George Ball que estudasse a situação e recomendasse um caminho de ação. As quallificações mestre de Ball era que ele, mais do que qualquer outro Oficial de alto nível dos Estados Unidos, estariam certos sobre Vietnam – desde de cedo, ele teria advertido que a situação seria pantanôsa. Ball aceitou o pedido de Carter mas recusou visitar o Iran. Nos anos de 1960 ele teria assistido um colega após outro ir em missão ao Vietnam para encontrar e investigar fatos, e cada um deles retornaram convencidos que os Estados Unidos poderiam vencer a guerra. ” Eu aprendi com a experiência do Vietnam, ” ele explicou, ” Quão perigoso pode ser quando a viagem é substituida por pensamentos.”

Barack Obama deveria manter Ball em mente enquanto avalia a sugestão de McCain para juntar-se a ele em visita ao Iraque. Ball entendeu algo importante: quando você é guiado em uma viagem, sua viagem guiada decide o que você vê. Hoje no Iraque, assim como no Vietnam naquela época, os guias turísticos são officias americanos e diplomatas que lá vivem. E no Iraque, como no Vietnam, eles ganhavam insentivos para mostrar coisas boas do qual nem sempre é a mesma coisa que a verdade.

Para começar, existe segurança. Já que a primeira prioridade do anfitrião de McCain e Obama seria assegurar que os candidatos deixassem o Iraque vivos, eles teriam que levar-los para lugares, onde tanto os Estados Unidos e o Iraque, transformaram em lugares seguros para evitar lugares do qual eles não transformaram.

O General David Petraeus e o Embaixador Ryan Crocker são contrários à apresentação de Obama e McCain aos Iraquianos que querem mata-los, e deste modo, os encontros seriam intensamente direcionados para aqueles Iraquianos que querem que os Estados Unidos fiquem e porém, fora do alcance daqueles que querem que as forças armadas dos EUA saiam.

De acordo com o “New York Times” tem publicado, os Congressistas que visitaram o Iraque quase nunca relatam encontros com Iraquianos comuns, do qual ainda é desconhecida suas opiniões.

Não obstante, Petraeus e Crocker relataram ao Presidente, sobre um homem com fortes impressões sobre o Iraque. Ele e seus funcionários não querem parecer publicitarios partidáristas, mas é muito mais fácil para eles reinforçar o ponto de vista do Governo do que contradize-la, especialmente quando as cameras estão rodando.

Por faze-los porta-voz da Diplmocia Iraquiana, a Administração de Bush tem encorajado americanos à acreditar que Petraeus and Crocker são analistas independentes que coincidentemente concordam o Chefe de Estado. Mas Petraeus e Crocker jamais planejariam, intensionamente, um intinerário que pusesse em questão a política governamental e envergonhasse seu chefe – ou homem que compartilha os pontos de vista – McCain.

E por essa mesma razão que alguns membros do Congresso, que conhecem melhor o exército, são os mais receiosos sobre a visita ao Iraque. Quando Patrick Murphy, que serviu o 82 “Airborne” em Bagdá, retornou para o país como congressista em 2007, disse que achou que a viagem foi, de certa forma, “scripted” e insistiu em interromper-la e ver seus ex-companheiros para que assim ” pudessem dar a verdadeira história.” O Senador Jim Webb, ex-membro da Marinha e Secretário das Forças Armadas, chamou as visitas congressistas ao Iraque de um show de “pão e circo”.

Isso não quer dizer que as melhorias na Segurança no Iraque tenham sido ilusórias. È que a realidade da guerra é muito evasiva para ser compreendida em uma pequena visita liderada por pessoas que estão interessadíssimas no que você vê. No Vietnam, os sábios Oficiais dos Estados Unidos procuraram jornalistas como David Halberstam e Bernard Fall, dos quais estiveran viajando durantes anos pelo país, e ex-diplomatas e oficiais militares que possuem a liberdade de dizer o que eles realmente acreditam. E mesmo com todo conhecimento desmoderado, ainda não representa muita ajuda sem uma maior visão global.

McCain pensa que ganhar no Iraque é o único e mais importante desafio na política extrangeira para ser enfrentado pelo próximo Presidente. Como resultado, ele está querendo gastar bilhões de dollares, impor uma maior pressão nos militares e desviar atenção dos Estados Unidos de outros problemas para incrementar suas chances de sucesso.

Obama acha que o Afeganistão e o Paquistão são principais para a guerra contra o terrorismo e que os recursos americano naqueles países trariam uma maior percentagem de retorno. Dado que a diferença fundamental, uma viagem unida – e somente para o Iraque – cede a hipótese principal de McCain. Talvez Obama deveria reagir propondo que ele visitasse o sul do Afeganistão, aonde a guerra americana contra o Taliban e al-Qaeda tivera enfraquecido por anos por causa da divisão de tropas militares e atenção ao Iraque.

Se alguém sabe que claridade geralmente vem com a distância, este é Obama, que gastou 2002 e 2003 em Chicago, distante das instruções secretas que persuadiu muitos democratas á volta a guerra. Hoje ele deveria, gentilmente, negar o convite de McCain e continuar distante mais uma vez.

Tradução do artigo Barack, Don´t go! by Peter Beinart, da revista “TIME” magazine, edição de 16 de Junho, 2008.